CONHEÇA EXEMPLOS E DEPOIMENTOS DE VOLUNTÁRIOS

 

ODM 1: Acabar com a fome e a miséria

Comunidade dos Pequenos Profetas – CPP

Projeto Clarion

Recife (PE)

 

Idéia chave: Melhorar a qualidade de vida e combater a violência contra a criança em situação de rua, abordando em especial a agressão sexual.

 

A Região Metropolitana do Recife tem aproximadamente 3 milhões de habitantes e cerca de 600 favelas. A situação de pobreza e ociosidade leva muitas crianças e adolescentes a fugirem das suas casas ou serem abandonados, levando-os a morar nas ruas. A partir de uma convivência intensiva com crianças e adolescente, meninos e meninas de rua, foi fundada a Comunidade dos Pequenos Profetas (CPP) - Projeto Clarion, em 1982 no centro do Recife. Como conseqüência dessa experiência de rua, ao passar dos anos, a CPP firmou-se como uma entidade que tem o compromisso de resgatar crianças e adolescentes de rua oferecendo-lhes atendimento básico, educação, profissionalização e socialização, integrando-os no contexto de participação social ao exercício pleno da cidadania.

 

Objetivos da Intervenção

  • Resgatar as crianças e adolescentes de rua, retirando-os da marginalidade, propiciando-lhes uma nova opção de vida, através de atividades educativas, profissionalização e socialização;
  • Ajudar as meninas e meninos, vítimas de violência corporal e sexual, a diminuir os seus sofrimentos de violência e refletir suas experiências traumáticas por meio de um atendimento psico-social;
  • Interferir nas políticas públicas através de denúncias contra agressões, a fim de garantir melhoria na qualidade do atendimento e das condições de vida das crianças.

 

Mobilização dos CidadãosVoluntariado: mais de 200 voluntários já doaram seu tempo de trabalho e talento em prol desta causa. Atualmente, são 15 voluntários, estrangeiros e brasileiros. Também trabalham na CPP meninos que já conseguiram sair da rua graças ao programa.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 2: Educação básica de qualidade para todos

 

Associação Vaga Lume

Programa Expedição Vaga Lume

Amazônia

 

Idéia chave: Contribuir com o desenvolvimento educacional e cultural de comunidades rurais da Amazônia através do estabelecimento de bibliotecas comunitárias.

 

A Associação Vaga Lume é uma entidade civil com sede em São Paulo que tem como missão promover o desenvolvimento cultural e educacional de comunidades rurais da Amazônia Legal Brasileira e contribuir para a integração da Amazônia com as demais regiões do país. São dois programas principais: a Expedição Vaga-lume surgiu em 2000 promovendo a criação de bibliotecas comunitárias que são entendidas como centros irradiadores de conhecimento, cultura, educação, articulação e organização comunitária. A Rede dos Vaga-lumes promove o intercâmbio cultural entre comunidades escolares urbanas e rurais, através da construção de um vínculo real feito por cartas, vídeos e visitas de professores tanto na Amazônia como em São Paulo.

 

Objetivos da Intervenção

  • Formar professores e comunitários como mediadores de leitura;
  • Estimular exercícios de gestão comunitária de bibliotecas e ações que facilitem o envio de livros para a região amazônica;
  • Monitorar ações desenvolvidas nas bibliotecas implantadas pela Associação.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: Os próprios moradores realizam um trabalho voluntário dentro da sua comunidade como mediadores de leitura, fazendo a “roda de estórias” e produzindo os livros artesanais. O Conselho Gestor da Biblioteca é eleito pela própria comunidade e também realiza um trabalho voluntário através do mantimento das bibliotecas.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 3: Igualdade entre sexos e valorização da mulher

 

Associação de Formação e Reeducação Lua Nova

São Paulo

 

Idéia chave: Promover a inclusão social de mães adolescentes, usuárias de drogas, com histórias marcadas por experiências de abandono precoce, violência ou marginalização.

 

A Associação de Formação e Reeducação Lua Nova foi fundada em 2000 no Estado de São Paulo, visando acolher mães e jovens grávidas, entre 16 e 25 anos, a maioria usuária de drogas, oferecendo-lhes assistência social, educacional e profissional, para que elas possam se re-inserir plenamente na sociedade e no mercado laboral. Às mães adolescentes e filhos em situação de risco são oferecidos atendimentos psicoterápicos, assistência à saúde, educação, profissionalização e geração de renda, além das atividades de cuidados rotineiros da casa e cuidado com os filhos.

 

Objetivos da Intervenção

  • Quebrar o ciclo de vulnerabilidade para mostrar o potencial das pessoas, evitando assim que se deixem seduzir pelas drogas e pela prostituição;
  • Desenvolver talentos e capacidades e promover o “empoderamento” de jovens sem apoio familiar ou renda própria, incentivando o sentimento de pertencimento a uma comunidade e o exercício da cidadania.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: A Lua Nova trabalha, em média, com 30 voluntários que mobilizam os cidadãos para discutir com a comunidade, criando boas práticas e disseminando-as. Exintegrantes do Lua Nova, atualmente cerca de 20, trabalham como agentes multiplicadores.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 4: Reduzir a Mortalidade Infantil

 

Pastoral da Criança

Combater a mortalidade infantil no Brasil

 

Idéia chave: contribuir para o desenvolvimento integral das crianças menores de 6 anos, no contexto familiar e comunitário, a partir de ações preventivas que fortaleçam a autonomia das famílias e comunidades.

 

A entidade Pastoral da Criança surgiu em 1983 como Organismo de Ação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para combater as altas taxas de mortalidade infantil no Brasil. Hoje está presente nas áreas mais pobres de 4.023 Municípios, tanto no meio urbano e rural, quanto em áreas indígenas e acompanha 20% das crianças carentes do país. A metodologia aplicada parte da idéia de que a solução dos problemas sociais necessita da solidariedade humana, organizada e animada em rede, com objetivos definidos, e que os principais agentes de transformação são as lideranças das comunidades pobres e miseráveis, especialmente a mulher, que transforma a sua família e a comunidade. Portanto, a Pastoral da Criança organiza as comunidades em torno de um trabalho de promoção humana no combate à mortalidade infantil, à desnutrição e à marginalidade social. Além disso, ajuda na educação para uma cultura de paz e na melhoria da qualidade de vida.

 

Objetivos da Intervenção

  • Promover o desenvolvimento integral das crianças, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário;
  • Melhorar as condições de vida e saúde das famílias pobres oferecendo-as perspectivas econômicas e sociais;
  • Fortalecer o tecido social junto às famílias e comunidades pobres, criando uma rede de voluntários que promove a solidariedade para que sejam protagonistas de sua própria transformação.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: Em todo o Brasil, mais de 264.000 voluntários atuam na Pastoral da Criança. Destes, 144.000 são líderes comunitários, ou seja, acompanham diretamente as famílias de crianças menores de seis anos na própria comunidade onde vivem. Os demais – 120.000 - fazem parte das equipes de coordenação, apoio e capacitação.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 5: Melhorar a saúde das gestantes

 

Prefeitura Municipal de Sobral

Trevo de Quatro Folhas

Ceará

 

Idéia chave: reduzir a morbi-mortalidade materna e infantil, através de uma nova gestão do cuidado materno-infantil e da mobilização da sociedade em prol da intervenção.

 

A estratégia Trevo de Quatro Folhas foi implantada pela Secretaria da Saúde e Ação Social, em 2001 no Município de Sobral, com o propósito de combater os fatores de risco biológico e social para a gestante e o bebê e corrigir as falhas na assistência destes. Foram identificados os principais problemas relacionados à mortalidade materna e infantil, tais como: início tardio do pré-natal; parto prematuro por impossibilidade da gestante cumprir o repouso médico prescrito; falta de apoio às mães para cuidar do bebê, dos outros filhos e da casa; dificuldades para o aleitamento materno e falta de articulação entre os níveis de atenção.

 

Objetivos da Intervenção

  • Reduzir a morbi-mortalidade materna e infantil através da reorganização da atenção no pré-natal, no parto e nascimento, no puerpério e nos dois primeiros anos de vida, partindo de um sistema integral de monitoramento que retroalimenta as ações;
  • Melhorar a qualidade de vida das gestantes, parturientes, puérperas, nutrizes e crianças em situação de risco clínico e social mediante a mobilização de madrinhas e padrinhos sociais.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: A participação da sociedade é assegurada pelo trabalho das mães sociais, pela contrapartida das famílias beneficiadas, e pela mobilização de madrinhas e padrinhos sociais. São 15 articuladoras sociais voluntárias que trabalham na captação de recursos e 100 mães sociais que apesar de serem remuneradas como diaristas atuam a partir do ideário do voluntariado, dada a necessidade de articulação da rede social primária de apoio à gestante e à criança. Além disso, 120 madrinhas e padrinhos socais se envolvem nas ações.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 6: Combater a AIDS, a malária e outras doenças

 

Colégio SEPAM

Projeto MENARCA

Ponta Grossa (PR)

 

Idéia chave: contribuir com a prevenção e informação sobre a saúde da mulher para meninas entre 12 e 15 anos utilizando alunas voluntárias desta faixa etária como capacitadoras em palestras nas escolas.

 

Na cidade de Ponta Grossa, no Estado de Paraná, uma em quatro mães tem 16 anos ou menos. Desta realidade surgiu o Projeto MENARCA da Sociedade Educacional Prof. Altair Mongruel (SEPAM), um colégio humanista, que oferece desta forma desde 2002 a educação sexual preservativa voltada para meninas de 12 a 15 anos que estão passando pela menarca (primeira menstruação) ou passaram há pouco tempo. Jovens alunas do Ensino Fundamental e Médio do SEPAM abordam voluntariamente temas acerca da saúde da mulher e educação sexual em forma de debates com meninas da mesma idade de escolas municipais, estaduais e privadas da região, atendendo assim um total de 6 cidades.

 

Objetivos da Intervenção

  • Reduzir os índices de gravidez precoce no Município de Ponta Grossa e sua microrregião, promovendo ao mesmo tempo o trabalho voluntário e o papel da mulher;
  • Disseminar os conhecimentos sobre prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), especialmente HIV/AIDS, informando e incentivando os jovens para o uso da camisinha.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: Duas profissionais, uma ginecologista e uma psicóloga, capacitam as 18 meninas, entre 11 e 16 anos, que realizam as atividades e debates nas escolas, encaminhadas por um professor coordenador, totalizando um número de 21 voluntárias. A sociedade é envolvida, através de seus alunos e professores, nas ações e atividades realizadas nas escolas pelas voluntárias.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 7: Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

 

Associação de Silves pela Preservação Ambiental e Cultural – ASPAC

Amazônia

 

Idéia chave: melhorar renda e qualidade de vida de comunidades ribeirinhas atuando em projetos de ecoturismo e preservação através de acordos comunitários em parceria com redes de turismo responsável internacionais. 

 

Situada numa região de grandes riquezas naturais na Amazônia, a população interiorana de Silves mora em pequenas comunidades à beira dos cursos de água, e vive principalmente da economia de subsistência. O equilíbrio é frágil, há pressão sobre o ambiente, sobretudo recursos pesqueiros e madeireiros forte. A Associação de Silves pela Preservação Ambiental e Cultural (ASPAC) nasceu em 1993 por comunitários preocupados para efetivar acordos comunitários em defesa dos lagos destinados à pesca de subsistência e contrastar a depredação ambiental. É um instrumento legal que desenvolve o papel de facilitador das dinâmicas organizativas comunitárias e de caminhos para o desenvolvimento auto-sustentável no meio amazônico, em particular o eco-turismo de base comunitária e o manejo sustentável. Hoje integram a associação, além de comunitários, professores, jovens voluntários, estudantes, agricultores e pescadores artesanais oferecendo serviços turísticos.

 

Objetivos da Intervenção

  • Implementar o modelo de ecoturismo comunitário de base na região de Silves diversificando e melhorando a oferta, salvaguardando e valorizando os atrativos turísticos naturais;
  • Garantir a economia sustentável da população ribeirinha repovoando rios e lagos através da preservação e do uso sustentável dos recursos naturais e pesqueiras em particular;
  • Atuar em sinergias com outras experiências de desenvolvimento sustentável implementando novas atividades geradoras de renda.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: Uns 350 voluntários trabalham nas atividades de controle, fiscalização e gestão ambiental e garantem a proteção das áreas naturais. Os encontros comunitários definem os assuntos, organizam através de assembléias e de formas rotativas de trabalho. As comunidades se reúnem por regiões e estabelecem acordos.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

ODM 8: Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

 

Articulação no Semi-Árido Brasileiro – ASA

Programa Um Milhão de Cisternas Rurais

 

Idéia chave: beneficiar cinco milhões de pessoas que sofrem com a falta de água potável no semi-árido brasileiro, através da construção de um milhão de cisternas para armazenar chuva.

 

A ASA, Articulação no Semi-Árido Brasileiro, é um fórum de articulação política da sociedade civil que surgiu em 1999 e congrega, atualmente, cerca de 750 entidades dos mais diversos segmentos, que atuam em prol do desenvolvimento social, econômico, político e cultural do semi-árido brasileiro. Nesta região, que abrange 11 Estados, a escassez de água é um drama social que obriga famílias inteiras a longas caminhadas em busca de água. Em muitos casos é utilizada água contaminada causadora de doenças que podem até levar à morte. A necessidade de aproveitar a chuva, melhorando a qualidade de vida da população, fez com que organizações da ASA elaborassem o Programa 1 Milhão de Cisternas (P1MC). Para desenvolver esse Programa, em 2001 foi criada a “Associação Programa 1 Milhão de Cisternas - AP1MC”, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) com sede em Recife, Pernambuco, que gerencia o P1MC nos 11 Estados onde o Programa é desenvolvido. Com metodologia participativa o P1MC busca construir um futuro digno para a população local, tendo a cisterna como tecnologia agregadora para o alcance desta meta.

 

Objetivos da Intervenção

  • Proporcionar acesso descentralizado à água para consumo humano a um milhão de famílias, construindo um milhão de cisternas, respeitando o meio ambiente;
  • Melhorar a qualidade de vida de cinco milhões de pessoas, especialmente crianças, mulheres e idosos, com água potável, educação e participação nas políticas públicas;
  • Fortalecer as organizações da sociedade civil, promovendo o controle social e a participação dos envolvidos na gestão do projeto.

 

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: A sociedade está envolvida ativamente em todos os processos do P1MC: atualmente, trabalham mais de 5.000 voluntários no P1MC nas comissões municipais e comunitárias. Nestas comissões municipais têm lugar garantido os sindicatos de trabalhadores rurais, as igrejas e as associações dos pequenos agricultores. A comissão comunitária é responsável pela distribuição do material de construção e pela organização dos trabalhos coletivos e do monitoramento das ações.

 

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações Unidas/PNUD

 

João Nilton Schein foi recebido pelas crianças da Creche Jerusalém com sorrisos e olhares curiosos. Durante a primeira visita feita na instituição, a atenção desse voluntário se dividia entre as 44 crianças atendidas pela instituição e a infra-estrutura do prédio que as abrigava. Como bom engenheiro, identificou pontos vulneráveis na construção e percebeu que teria muito trabalho pela frente.

Preocupado com a precária condição do prédio, reuniu-se com a direção da creche e decidiu ajudar na tarefa de melhorar as instalações prediais. Para isso, organizou um demonstrativo de receitas e despesas, visando à prestação de contas para os apoiadores da creche, fortalecendo assim, a parceria já existente.

Para construir um novo prédio que atendesse de melhor forma as necessidades da comunidade, era preciso captar novos parceiros. João Nilton foi buscar, entre seus contatos, profissionais da construção civil, que se dispusessem a fazer, voluntariamente, o projeto arquitetônico. Tijolo por tijolo foi construindo uma rede de parcerias entre pessoas e organizações.

Com o avanço do processo, as dificuldades foram aparecendo. Porém, nem a falta de recursos para a implementação do projeto, a mudança da direção da creche e o desligamento dos projetistas desanimaram esse determinado voluntário. Buscou novos voluntários e apoio junto aos colaboradores da creche para realizar da obra.

Hoje, o projeto está pronto e aguarda o término das negociações. João Nilton sente-se feliz em disponibilizar seu tempo e conhecimento em prol de uma organização que trabalha em busca de melhoria na qualidade de vida de seus beneficiados. Mas, para sua felicidade ser completa, falta apenas ver o projeto realizado e as crianças usufruindo de uma estrutura totalmente planejada para elas.

 

Perfil
Voluntário: João Nilton Schein
Sexo: Masculino
Idade: 59 anos
Cidade: Xangri-lá
Tempo de voluntariado: 2 anos
Profissão: Engenheiro
OSC: Creche Jerusalém
Beneficiados: Crianças
Área de atuação: Creche

 

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

Há 11 anos, os pacientes renais e seus familiares, contam com um apoio muito especial em Caxias do Sul. Desde 1994, a Associação dos Renais Crônicos da Região Nordeste do Rio Grande do Sul (Rimviver) luta em prol da ressocialização do portador de insuficiência renal crônica. Trabalho que partiu da iniciativa da professora aposentada, Isoldi Elisabetha Chies, mãe de Juliana, que era portadora do problema, e que infelizmente veio a falecer logo após a implementação do projeto. A voluntária, porém, com o apoio de seus familiares e de demais pessoas na mesma situação, levaram o sonho adiante. Criaram um estatuto para a entidade, locaram uma sede e começaram a atender e oferecer diversos serviços para os pacientes.
Atualmente o Rimviver é considerado pelos pacientes uma segunda casa. A entidade promove atividades artesanais e cursos de qualificação profissional, disponibiliza convênios com profissionais liberais, além de oferecer refeições diárias e distribuir cesta básica e vestuário aos mais necessitados. A Associação ainda proporciona aos pacientes a possibilidade de realizarem serviços terceirizados, garantindo aos aderentes a divisão dos lucros obtidos. A voluntária também organiza seminários de esclarecimento sobre a patologia e de incentivo à doação de órgãos.
A ação, que surgiu da força de uma mulher guerreira, ultrapassou fronteiras, servindo de modelo inspirador para a fundação da associação de renais de Soledade - RS e Belém do Pará. Em 2004, a voluntária foi eleita a Presidente Nacional das Associações dos Renais Crônicos do Brasil. Mais uma prova da dedicação e envolvimento em prol de uma causa. Um ideal de vida, que hoje já beneficia, direta e indiretamente, mais de 300 pessoas.

Perfil
Voluntário: Isoldi Elisabetha Chies
Sexo: Feminino
Idade: anos
Cidade: Caxias do Sul
Tempo de voluntariado: 15 anos
Profissão: Professora Aposentada
OSC: Associação dos Renais Crônicos da Região Nordeste do Rio Grande do Sul (Rimviver)
Beneficiados: Pacientes renais e Familiares

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

Amante da música, Hortêncio Garcia de Oliveira colocou o seu dom à disposição do voluntariado, levando alegria e diversão às pessoas. Foi encaminhado ao Lar São José, um asilo que abriga em torno de 70 idosos, carentes e sem família. O voluntário, encaminhado para realizar recreação com os idosos, teve um início muito difícil, pois os vovôs ficavam desconfiados e poucos participavam das atividades, quando muito, assistiam à apresentação sentados em suas cadeiras.
Persistente
,
Hortêncio criou afinidade com os idosos que passaram a lhe solicitar que tocasse as músicas de seus tempos. A partir daquele momento o voluntário percebeu o quanto era gratificante para aquelas pessoas relembrar o passado, pois, entre uma música e outra alguém sempre lembrava de uma história para contar. Foi então que, para animar ainda mais as festas, Hortêncio convidou um colega gaiteiro para tocar com ele. Com toda esta animação, 50 idosos começaram a participar dos bailes. Inspiradas pela iniciativa de Hortêncio, muitas pessoas começaram a procurá-lo, entre elas, outro voluntário que passou a integrar o grupo, formando uma banda.
Percebendo que a turma estava “dando conta do recado”, depois de dois anos no Lar São José, o voluntário procurou novamente a Parceiros Voluntários para iniciar as atividades em um asilo mais próximo de sua casa, o Lar Vicentino. Neste, a estrutura é melhor, já que alguns idosos pagam uma contribuição mensal. Apesar das boas instalações físicas, os 74 idosos são muito carentes de afeto e carinho. Por isso, Hortêncio, juntamente com o colega gaiteiro, percebeu que as músicas antigas emocionavam e, ao mesmo tempo, animavam as pessoas.
O trabalho deste voluntário é especial para o asilo que, através da música, resgata momentos memoráveis para estas pessoas que, na grande maioria, têm a vida marcada pela solidão e pelo descaso da sociedade.

Perfil
Voluntário: Hortêncio Garcia de Oliveira
Sexo: Masculino
Idade: 62 anos
Cidade: Canoas
Tempo de voluntariado: 5 anos
Profissão: Aposentado
OSC: Lar São José
Beneficiados: Idosos
Área de atuação: Recreação

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

 

Quando Alice Pistore Garbin perdeu a mãe, sentiu um imenso vazio. Na busca pela motivação de viver, visitou o Centro Assistencial Portal da Luz e sentiu que poderia encontrar forças através da solidariedade. E assim, iniciou seu voluntariado.

Alice preenche seu tempo organizando a entidade. É ela quem recebe os novos voluntários, coordena o atelier de costura, administra o brechó e compra mantimentos e utensílios para a instituição. As atividades de todos os departamentos da OSC têm participação desta eficiente voluntária.

Dedica-se ao voluntariado todos os dias da semana, inclusive aos domingos, quando a entidade realiza eventos para arrecadar fundos. Graças a este trabalho, uniu forças para ajudar pessoas precisam de seu carinho e solidariedade. Alice demonstra muita fé e orgulho em ser uma pessoa capaz de ajudar a mudar o triste caminho de seres humanos sofridos em meio a um mundo restrito de possibilidades e sonhos. Não importa quando se descobre o trabalho voluntário, o importante é entrar de corpo e alma.

Perfil
Voluntária: Alice Pistore Garbin
Sexo: Feminino
Cidade: Caxias do Sul
Tempo de voluntariado: 5 anos
OSC: Centro Assistencial Portal da Luz

 

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

Jaqueline Rasis Cossio, 50 anos, é voluntária há cinco no Centro Espírita Alunos do Bem, organização social conveniada com a Unidade Parceiros Voluntários de Caxias do Sul, que atende alunos de 14 escolas infantis da comunidade. Todas as quartas-feiras, Jaqueline dedica-se ao atendimento odontológico das crianças.

Porém, devido à grande incidência de cárie e de outras doenças dentárias, a voluntária concluiu que sozinha não conseguiria reduzir os problemas. Então, procurou a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) da Região Nordeste do Estado com a idéia do projeto "Adote o sorriso de uma criança", que consiste em cadastrar dentistas voluntários para cuidar da saúde bucal de pelo menos uma criança carente por, no mínimo, três anos. Sozinha, Jaqueline iniciou a divulgação do projeto e o cadastramento de dentistas.

Atualmente a ação conta com o engajamento de mais de 100 dentistas e beneficia crianças de quatro entidades sociais da cidade. Como a ação também envolve pais e educadores, que participam de palestras sobre saúde bucal, calcula-se que cerca de 400 pessoas são beneficiadas com a ação. Hoje Jaqueline é vice-presidente da ABO, o que dá maior visibilidade ao projeto no planejamento anual da Associação.

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

Excelsior Alimentos: crescendo no voluntariado

Segundo Roni de Moura, supervisor de Talentos Humanos da Excelsior Alimentos, o que levou a empresa a aderir à ONG Parceiros Voluntários foi a identificação da necessidade de realizar ações na comunidade, de forma que os funcionários se envolvessem mais com a realidade que os cerca.
Para Claudete Schneider, coordenadora da qualidade da empresa e voluntária, o trabalho voluntário gerou crescimento pessoal para todos do grupo: "o aprendizado ocorreu quando identificamos que a maioria das pessoas que ajudamos tem, na verdade, necessidade de atenção e carinho e que a nossa presença, muitas vezes, é mais importante do que um recurso material".
Um projeto de voluntariado voltado a ações com crianças. Este é o compromisso que, há três anos, envolve os colaboradores da Excelsior Alimentos, de Santa Cruz do Sul, através do programa de voluntariado interno. Uma vez por mês, o grupo de voluntários promove diferentes atividades com as crianças atendidas pela Pastoral da Criança no município.
Como funciona
A partir do planejamento anual, são definidas as ações: atividades lúdicas, apresentações de teatro, desenho, higiene bucal, escovação, entre outras. Outros Projetos relacionados às datas especiais como a Páscoa, São João, Dia da Criança e Natal, o grupo também promove ações temáticas.
Além disso, os voluntários realizam, atividades pontuais em instituições como asilos, na comunidade São João Evangelista, na Associação Pró-Amparo do Menor (Copame), que beneficia crianças de 0 a 12 anos, em situação de risco social, além da participação no Dia e na Semana do Voluntariado, promovidos no mês de dezembro pela Parceiros Voluntários de Santa Cruz. A participação nesses eventos é para sensibilizar mais colaboradores para participar do grupo.
Para maiores informações sobre o Programa de Voluntariado Interno da Excelsior Alimentos, contate Claudete Schneider, através do e-mail: qualidade@excelsior.ind.br.

Fonte: Parceiros Voluntários – RS

 

 

Ruth Maria Ribeiro de Corrêa foi uma voluntária que procurou o IVA em agosto de 1998, participou de uma de nossas primeiras reuniões iniciais de voluntários e buscou, junto com um grupo de amigas, uma organização que trabalhasse com crianças e adolescentes.

Foi encaminhada para uma creche e logo acrescentou ao seu trabalho voluntário que era realizado numa tarde por semana junto àquelas crianças, uma ação entre amigos para arrecadação de leite, uma grande carência da organização.

Mensalmente recolhia tickets refeição de amigos e comprava a quantidade de leite necessária para suplementar as refeições oferecidas pela creche.

Porém, percebeu que além do que fazia, gostaria de envolver-se em ações na área cultural.

Voltou ao IVA e foi encaminhada a um Museu de Florianópolis. Deixou de realizar o trabalho presencial na creche onde iniciou sua ação voluntária, ficando apenas como voluntária para suporte e arrecadação de produtos pontuais.

Iniciou seu trabalho no Museu, junto a Associação de Amigos do Museu e após 2 anos de atividades como voluntária, assumiu o papel de coordenadora de voluntários, e após um ano com essa tarefa, assumiu a presidência dessa Associação de Amigos onde permanece até hoje.

Como é uma voluntária que participa das diversas atividades do Centro de Voluntariado, foi convidada, em novembro de 2007, a fazer parte do Conselho Consultivo do IVA, onde tem contribuído através de seu trabalho voluntário, além de manter-se na presidência da Associação de Amigos do Museu.

Ruth tem se mostrado uma verdadeira cidadã e uma verdadeira voluntária transformadora, participando ativamente da vida social e cultural de sua cidade.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

 

ADVOGADO VOLUNTÁRIO ONLINE – AUGUSTO VASCONCELLOS DIAS

 

 

Augusto Vasconcellos Dias foi um voluntário que procurou o IVA em abril de 2004, participou de uma reunião inicial de voluntários e buscou uma organização que trabalhasse com crianças e adolescentes. Conversando com a equipe do IVA sobre suas atividades profissionais, colocou-se à disposição para acompanhar o processo de solicitação de propriedade do nome e da logomarca do IVA.

Em seu trabalho junto a crianças e adolescentes, procurou aproximá-los de um esporte pouco conhecido, mas que ajuda muito a desenvolver o espírito esportivo e de equipe que é o boliche. Tendo sido um atleta federado, buscou parcerias para realizar no dia da criança do ano de 2004 um torneio numa casa de boliches de Florianópolis, obtendo para isso o transporte das crianças até o local, o aluguel da casa de boliche, lanche e premiação para os jovens atletas.

A partir daí, tornou-se um voluntário muito próximo do IVA, atendendo não só suas demandas de voluntariado na área jurídica, como também de muitas outras organizações, recomendadas pelo IVA.

Em 2005, quando o IVA iniciou uma parceria com um grupo de organizações de Florianópolis para a realização do Festival Mundial da Paz, em setembro de 2006, Augusto ofereceu-se para colaborar com a realização desse evento, colocando mais uma vez sua atividade profissional, experiência e boa vontade para colaborar com essa importante causa.

Em 2008, quando o IVA instituiu o Portal Voluntários Online, Augusto prontamente ofereceu-se para fazer o registro da marca e de propriedade do Portal, e tem sido um maravilhoso voluntario online.

Augusto é um voluntário que coloca seu trabalho profissional e sua experiência a serviço de organizações e de causas que busquem melhorar o mundo onde vivemos.

Por essas e outras razões Augusto é um voluntário transformador.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

 

TRADUTORA VOLUNTÁRIA NA IMPLANTAÇÃO DO VOLUNTARIADO ONLINE NO BRASIL

 

Kelly Sumi é uma voluntária de Brasília, que encontrou através do site do IVA no inicio de 2008, uma oportunidade de colocar seu conhecimento de língua estrangeira, o inglês, a serviço de uma grande causa, o voluntariado.

Através de contato por email com o site do IVA, mostrando seu desejo de atuar como voluntária, mas mostrando sua dificuldade de tempo por ter sido mãe há apenas alguns meses e por isso com dificuldades de ausentar-se de casa, foi-lhe oferecida a oportunidade de colaborar com a tradução de um manual sobre voluntariado online elaborado pela Jayne Cravens, uma das maiores estudiosas do assunto no mundo e dos mini sites das organizações cadastradas no Portal Voluntários Online.

Kelly prontamente aceitou o convite e desde março de 2008 colabora como voluntária, mesmo residindo em Brasília, e a organização que gerencia o Portal, o IVA, estar localizada em Florianópolis, Santa Catarina.

Dessa forma, Kelly tornou-se uma voluntária on line, pois nunca esteve na sede do IVA, mas colabora de forma muito efetiva como voluntária do Portal.

Seu trabalho, dedicado e perfeito, na tradução do manual inédito sobre voluntariado online, tem possibilitado que milhares de pessoas e centenas de organizações estejam se beneficiando desta nova modalidade de voluntariado no Brasil. O voluntariado online, que está amplamente difundido internacionalmente, no Brasil está sendo implementado em larga escala através do Portal  www.voluntariosonline.org.br, com a inestimável ajuda da Kelly.    

Kelly é um grande exemplo de voluntariado transformador, colocando toda sua experiência profissional, sem sair de casa, colaborando on line, através da internet.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

DUPLA DE CRIAÇÃO VOLUNTÁRIA ONLINE

 

Luciano Martins e Antônio Verde foram dois voluntários que se juntaram à causa do voluntariado assim que tomaram conhecimento da criação do Instituto Voluntários em Ação-IVA. Como eram da área de criação de uma agência de publicidade que desde o início se tornou parceira do IVA, logo se sensibilizaram pela causa e colocaram toda a sua criatividade e profissionalismo para criar a primeira logomarca e a primeira campanha publicitária do IVA.

Em 2001 quando se comemorou em todo o mundo o Ano Internacional do Voluntário, muitas atividades foram realizadas – projeto de voluntariado com jovens, com a terceira idade, mostra de ação voluntária, projeto de voluntariado junto ao meio ambiente e o Congresso Nacional de Voluntários – ao longo desse ano Luciano e Verde colaboraram criando materiais de divulgação para todos esses eventos.

Em 2003, quando o IVA completou 5 anos de atividades, igualmente os dois dedicaram-se na criação de um selo comemorativo a essa data, colocando toda a sua criatividade e profissionalismo nos materiais de divulgação do IVA.

E agora em 2008, quando o IVA comemora seus 10 anos de atividades, os dois preocuparam-se em atualizar a logomarca do IVA, que foi criada por eles em 1998, e criaram um selo comemorativo aos 10 anos, marcando de forma muito efetiva essa data, para o movimento voluntário em Santa Catarina.

Luciano, além de diretor de arte é um pintor renomado internacionalmente que tem realizado exposições em vários países da Europa, nos últimos anos.

Luciano e Antônio Verde são voluntários que colocam seu trabalho profissional e suas experiências e competências a serviço da causa do voluntariado tornando-se assim voluntários transformadores.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

ADVOGADO VOLUNTÁRIO ONLINE

 

Rodrigo Zanini é um advogado que, iniciando sua vida profissional, preocupou-se em colocar essa sua atividade a serviço de uma causa social.

Participou de uma reunião de voluntários no Instituto Voluntários em Ação, manifestando seu interesse em colaborar, mas ao mesmo tempo demonstrando suas limitações em termos de disponibilidade de tempo.

O IVA estava concluindo a criação do Portal Voluntários Online, necessitando muito de assessoria jurídica para concluir sua parte legal, que é fundamental para o sucesso de um portal na internet.

Assim, perguntado sobre a possibilidade de colaborar através de seu trabalho para construir toda a parte legal do Portal, ele prontamente aceitou o convite.

Dessa forma, participou de 2 reuniões com a equipe técnica do IVA e após esses encontros, através da troca de muitos emails e de pesquisas realizadas por ele em vários portais nacionais e internacionais, construiu toda a parte de Política de Privacidade e Termos de Uso do Portal www.voluntariosonlne.org.br

O trabalho voluntário online de Rodrigo é realizado em parte pela internet e em parte presencialmente e tem sido fundamental para o sucesso do Portal.

Além desse trabalho para o IVA, Rodrigo tem colaborado com outras organizações para a atualização de seus estatutos.

Rodrigo, colocando seu conhecimento profissional, responsabilidade e boa vontade, colabora com nossa sociedade através de um voluntariado transformador.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

 

VOLUNTÁRIA ONLINE

 

Catherine Henry atua como voluntária on-line, além atuar como voluntária na modalidade presencial. É uma profissional de inclusão digital que se interessou pela modalidade de voluntariado online quando a mesma ainda não estava difundida e sistematizada no Brasil. Estudou com profundidade o manual da americana Jayne Cravens, uma das maiores estudiosas do voluntariado online no mundo,     e em 2007 resolveu empreender uma experiência pela internet com jovens que eu não conhecia previamente. Seu objetivo foi o de sentir se havia possibilidade de ensinar monitores de telecentros a fazer blogs à distância. Como esses voluntários já trabalhavam em espaços de inclusão digital, imaginou que seria útil para eles fazerem os blogs de seus espaços.

Começou recrutando seus voluntários pelo Orkut. Procurou pessoas que haviam se definido como monitores de telecentros e mandou um recado para cada um. Obteve 20 respostas positivas. Em seguida enviou por email um formulário a cada um deles para conhecê-los melhor. Assim que todos responderam começou o treinamento na ferramenta Spaceblog. Para apoiar os e-voluntários usou o MSN e o próprio Orkut. A experiência durou 3 meses e 7 rapazes permaneceram até o final cumprindo totalmente o objetivo. 

Essa experiência lhe mostrou que o voluntariado on-line funciona e lhe permitiu comprovar os benefícios dos blogs em espaços de inclusão digital. Os e-voluntários relataram que as crianças atendidas nos espaços onde eram monitores ficaram muito felizes e motivadas quando viram seu espaço na internet. E a direção das organizações a que pertenciam os espaços também! Leia mais sobre a experiência.

 

Fonte: IVA – Instituto Voluntários em Ação – SC

 

 

Voluntária: Áurea Lima.

ONG: CCDIA

 

A voluntária alfabetiza crianças que tem dificuldade de aprendizagem com uma metodologia alfabética num período de um ano, inserindo o pós alfabetizado numa turma regular. O nome da classe é Classe de aceleração.

A sua preocupação com as crianças que não conseguiam acompanhar o conteúdo na escola de origem, e a preocupação em organizar um material didático onde pudesse alcançar as diferentes dificuldades da classe. Hoje a turma de Celina tem mais de trinta crianças inscritas, aguardando uma vaga, é um sucesso.

Outro motivo é sua dedicação ao longo dos 06 seis anos conosco, não sendo professora de formação, mas sendo uma funcionária pública aposentada, dedicou-se a aprender a didática do ensinar, procurou conhecer as famílias nas quais assiste, ao ponto de apadrinhar algumas dessas crianças com ajuda em alimentação, material didático, curso e até aconselhamento. Celina para o CCDIA é sempre um exemplo de cidadã.

Houve um caso de uma aluna muito rebelde, que se negava a desenvolver as atividades, rasgava os cadernos pelo fato de não saber ler, brigava e até batia nos colegas. Celina  com essa aluna precisou de dois anos, foi muito difícil, mas sua dedicação mudou tanto o quadro ao ponto de hoje, a aluna freqüentar a casa de Celina e declarar que gostaria de ter uma mãe como ela.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Juliana Pereira Barbosa

ONG: Instituição Favos de Mel

 

A voluntária criou um projeto de psicologia inovador que surgiu pela necessidade de atendimento às crianças e adolescentes que estavam em sofrimento. Como muitas crianças não conseguiam atendimento em centros sociais e hospitais por causa da superlotação e não podiam custear em um consultório particular, o setor de psicologia veio contribuir e facilitar o acesso dessas crianças e seus familiares a um psicólogo. O projeto é composto por várias áreas de trabalho dentro da psicologia: clínica, escolar, social, organizacional e jurídica. Sua dedicação e compromisso mobilizaram com que outros profissionais da área de psicologia fossem inseridos neste trabalho colaborando de forma voluntária com o projeto. Muitas famílias puderam ser atendidas desde a elaboração do projeto até os dias atuais. Atualmente a voluntária coordena e supervisiona este projeto com uma equipe de psicólogos e estagiários na instituição.

A motivação e responsabilidade que esta voluntária tem com o projeto e a dedicação neste trabalho envolvendo outros profissionais voluntários. A sua personalidade forte e decidida, fez com que os problemas que fossem surgindo pudessem ser solucionados mesmo que ela tivesse que doar seu tempo nos fins de semana e durante a noite pela madrugada. Apesar de ela ter outros trabalhos que também requerem bastante sua presença e esforço, o trabalho na Favos sempre esteve desde muito tempo, sendo sua prioridade. Além disso, sua colaboração se amplia para outros setores na instituição envolvendo não só a sua equipe, mas a todos os funcionários, estagiários e voluntários da Favos de Mel.

A voluntária conheceu a Instituição em 1989, através do voluntariado dos seus pais, médicos que trabalhavam na instituição (antes um orfanato). Eles atendiam as crianças e sempre a voluntária estava presente, brincando, passando suas tardes, criando um vínculo que talvez nem ela saiba o que isso poderia gerar um dia. Nos eventos que ocorriam, ela sempre participava fazendo apresentações junto com as crianças e individualmente. Em 1992, seus pais adotaram uma menina e a voluntária afastou-se durante alguns anos para ajudar na criação de sua irmã. Depois de anos, já psicóloga, resolveu fazer uma visita a Favos de Mel e a presidente da instituição ao recebê-la, disse “bom filho a casa torna, você voltou para trabalhar aqui na Favos” e desde então ela é voluntária recebendo como herança dos seus pais, o desejo próprio de ajudar a quem necessita.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Francisca Miriam Silva Saraiva

ONG: Cruzada do Menor

 

Sexo:   F

Idade:    69 anos

Escolaridade: Ensino Médio

Tempo de Voluntariado: 7 anos

Carga Horária Média:   6 horas semanais

Local de Atuação Instituição e em casa

Atividade: MÚSICA COM AS CRIANÇAS E IDOSOS, APLICAÇÃO DE REIKI, PODOLOGIA, REFLEXOLOGIA E ACOMPANHA OS IDOSOS NOS PASSEIOS.  

Atributos do Voluntário: RESPONSABILIDADE; DISPONIBILIDADE; AMOROSIDADE; COMPROMETIMENTO

 

D. Miriam como é chamada por todos nós, desenvolve atividades com música com as crianças e os idosos tocando piano e trabalhando o canto com as crianças e também aplica Reiki e Cromoterapia como medicina alternativa este atendimento é individual. O atendimento de Podologia e Reflexologia também é individual a atende preferencialmente os diabéticos, os hipertensos também são atendidos com maior ênfase na reflexologia. A voluntária divide suas atividades em três dias na semana e quando realizamos passeios ou festas também contamos com sua ajuda. Enfim D. Miriam é uma voluntária.

D. Miriam é uma pessoa bastante amorosa com todos e de uma dedicação extraordinária no que faz se preocupa no bem estar das crianças e idosos e sempre tenta buscar novos parceiros para ajudar na instituição. A atividade de Podologia que hoje desenvolve veio através da observação desta de que os idosos devido a toda dificuldade que a idade acarreta não conseguiam mais cuidar da higiene dos pés corretamente e assim muitas vezes os idosos que sofrem de diabetes desenvolviam feridas que conseqüentemente causavam transtornos à saúde, ela então decidiu fazer um curso para poder atender adequadamente a estes idosos e com isso hoje tem uma qualidade muito melhor na saúde destes idosos melhorando assim sua qualidade de vida.

O grande mérito do trabalho do voluntário é ir além da doença de cada criança e chegar à essência de sua individualidade.

Neste ano começamos um trabalho mais efetivo nos cuidados de saúde dos idosos principalmente dos diabéticos, nossa voluntária de música percebendo o problema decidiu fazer um curso de podologia para cuidar melhor dos pés dos idosos, sobretudo dos diabéticos visto devido à idade avançada não conseguirem fazer a higiene necessária nos pés causando seqüelas. Hoje temos esta situação controlada graças ao trabalho realizado com muito carinho por nossa voluntária, os médicos que acompanham os idosos elogiaram a iniciativa e nos parabenizaram pelas melhoras alcançadas com os idosos, nas reuniões mensais que o posto de Saúde Hamilton Land (Cidade de Deus) faz para os diabéticos vem citando esta ação como exemplo de cuidado e prevenção.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Marisol dos Santos Viveiros

ONG: Instituto Municipal Philippe Pinel / Shoppinel

 

Sexo    Feminino

Idade    47 anos

Escolaridade   Superior Completo

Tempo de Voluntariado   5 anos

Carga Horária Média   15 horas semanais

Local de Atuação  Instituição

Atividade   Atua no projeto de Geração de Renda – Shoppinel

 

A voluntária trabalha desde 2002 com dedicação e zelo, buscando melhorias constantes para o projeto Shoppinel - um brechó desenvolvido dentro de um hospital psiquiátrico.

Participa ativamente na captação de roupas, acessórios e outros objetos, envolvendo-se pessoalmente na limpeza e conserto dos mesmos, sendo essas atividades essenciais para a manutenção da atividade.

Contribui diretamente com a arrumação do espaço físico, acompanhando as vendedoras – usuárias dos serviços de saúde mental – orientando-as quanto à venda, à arrumação e o contato com a clientela, usuários como elas e/ou comunidade em geral.

Gerencia todo o recurso financeiro advindo das vendas, sendo responsável pela divisão dos ganhos e administração econômica do projeto.

É solicitada pelas usuárias, para ajudá-las em muitas questões de ordem pessoal que advém do contato e da amizade que foi estabelecida entre elas.

Desde o início de seu voluntariado, Marisol se destaca pelo seu comprometimento com o projeto. Sempre assídua nos dias programados, coloca-se também à disposição para estar presente em outros momentos, se necessário for. Uma grande contribuição de seu trabalho refere-se à mudança estética do espaço físico do Shoppinel - localizado em uma sala no ambulatório de adultos da unidade. Este local foi modernizado com recursos do próprio projeto e teve a voluntária como figura fundamental nessa mudança. Ela Dedicou-se incansavelmente nesse processo, não esmorecendo frente às dificuldades encontradas e fez articulação com pessoas como marceneiro, pintor, eletricista, dentre outros; que possibilitaram essa mudança, tornando o espaço muito agradável e acolhedor. Esse fato foi muito importante para o aumento da auto-estima das vendedoras, que puderam aumentar seus ganhos e passaram a se perceber como produtivas e não mais à margem da sociedade.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Cristina Fegli C. Lopes

ONG: Associação Saúde Criança Recomeçar

 

Sexo:   Feminino

Idade:   50 anos

Escolaridade:  3º Grau Completo

Tempo de Voluntariado:  10 anos

Carga Horária Média   Ela trabalha direto na Escola de Aplicação – CAP/UFRJ – durante seu turno.

Local de Atuação: Escola de Aplicação – CAP da UFRJ, na lagoa. .

Atividade: Captadora

Atributos do Voluntário: solidária; dedicada; generosa; abnegada.

 

Cristina trabalha para o RECOMEÇAR em seu local de trabalho na divulgação e na captação de cestas básicas, leites, na organização de festas com a decoração, doação de bolo, salgadinhos, recreação, etc...

O olhar para nossas crianças e suas famílias, sua disponibilidade sempre muito cheia de carinho, seu nunca medir distância e tempo para ajudar.

Ao ser, recentemente, operada de um câncer, não deixou de nos ajudar, mesmo à distância, sempre alegre e animada. Neste período trouxe um professor de dança para animar a festa do dia das mães e, sua atuação foi comovedora.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Nilza Lopes Melona

ONG: Audioteca Sal & Luz

 

Sexo:  F

Escolaridade: Superior Completo

Tempo de Voluntariado:  18 anos

Carga Horária Média: Esse tempo varia de acordo com a nossa necessidade, visto que, atualmente, ela tem produzido audiolivros em casa, conforme explicado mais adiante.

Local de Atuação: Instituição

Atividade: Leitura de livros

Atributos do Voluntário: AMOR, DESPREENDIMENTO, DEDICAÇÃO, ENVOLVIMENTO.

 

O trabalho de ledor consiste em conhecer a obra que será lida, efetuar uma leitura prévia para se familiarizar com o texto, observar os detalhes específicos tais como figuras, créditos, citações, tabelas (se for o caso) e etc. Sua experiência foi adquirida a cada dia com o envolvimento pessoal com os cegos, a fim de perceber suas necessidades. O conhecimento ela trouxe de sua bagagem profissional, mas hoje é ela quem nos ensina e nos move com sua sensibilidade e garra. Ela transmite isso de forma singular de tal modo que nossos associados identificam sua leitura e percebem a dedicação que ela dispensa no trabalho que executa. Ela não mede esforços e está sempre encontrando um tempo para atender às nossas necessidades.

O que diferencia o trabalho voluntário da Narhua é a extrema dedicação, amor e sensibilidade, a qualidade e eficiência em tudo que se propõe a realizar. Não há distinção de tarefa, não há uma mais importante do que a outra. Tudo ela faz com o mesmo carinho.

Ciente da importância da qualidade necessária na produção dos audiolivros e, impossibilitada em algumas ocasiões de comparecer à Audioteca com a freqüência que gostaria, tendo em vista sua mãe ser de idade avançada e requerer cuidados especiais, ela instalou em sua casa uma janela especial para evitar a passagem de ruídos e passou a produzir material para a Audioteca em sua residência.

Cerca de 20% de todo nosso acervo foram lidos por ela.  Essa é a nossa maior referência, o nosso maior tesouro, o nosso maior troféu. Seu compromisso e sua fidelidade são qualidades que nos gratificam sobremaneira.

Não mede esforços, nem criatividade para ajudar no que lhe é possível. É extremamente ativa e criativa. Ajuda-nos na divulgação da instituição e de qualquer iniciativa que nos propomos a realizar. Não acredita nunca na possibilidade de não darmos continuidade a esse trabalho.

Ela faz parte dessa história, desse patrimônio e a nossa indicação não poderia ser para outra pessoa.

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntário: Ricardo Gonzales Rocha Souza

ONG: Instituto Novo Ser

 

Sexo: Masculino

Idade: 27 anos

Escolaridade: Ensino Superior

Tempo de Voluntariado: 4 anos

Carga Horária Média: 20 horas semanais.

Local de Atuação: Instituição

 

Atividade: Instalação e capacitação dos Programas Motrix e Micro-Fenix – sistemas de comando de voz - usados para pessoas com comprometimento motor e da fala; visitas a pessoas com deficiência, levando orientações, fazendo encaminhamentos e motivando sua reinserção social; auxilio na organização de eventos e captação de recursos; busca de apoio para as pessoas com deficiência; palestras sobre Motrix, inclusão social e acessibilidade das pessoas com deficiência; auxilio na instalação e manutenção dos microcomputadores; desenvolvimento de projetos voltados para pessoas com deficiência em busca da promoção da inclusão social e acessibilidade; apoio na elaboração de cartilhas sobre as questões relacionadas às pessoas com deficiência, inclusive a apostila de uso e instalação do Motrix; coleta de informações no âmbito da deficiência para o site; realização de entrevistas e reportagens sobre acessibilidade, educação à distância e inclusão social.

Atributos do Voluntário: altruísmo, perseverança, comprometimento e responsabilidade.

O voluntário realiza visitas a pessoas com deficiência como ele, levando carinho, orientações para as atividades da vida diária, repassando sua experiência e conquistas e motivando a reinserção social. Com os programas de voz - Motrix e Micro-Fenix -, possibilita não só a inclusão digital em favor da conquista de maiores espaços de atuação, o aumento de informações, como promove contato com outras pessoas, melhorando a qualidade de vida e bem-estar psicossocial e, principalmente, possibilitando o retorno à educação e ao trabalho. Tem um enorme potencial para a elaboração de projetos que gerem tanto a promoção da inclusão social e acessibilidade das pessoas com deficiência quanto à sustentabilidade da instituição. Sempre está atento às novas tecnologias e aberto a fazer reportagens e entrevistas, disseminando as informações e reivindicando dos órgãos competentes a necessidade de se ter uma cidade acessível. Jamais se recusou a visitar alguma pessoa com deficiência e seus familiares, sejam recém lesionados ou não.

Apesar de ter sofrido uma lesão medular que ocasionou a tetraplegia, ele se move entre as pessoas como se não tivesse nenhuma dificuldade e, com sua percepção de vida e alegria, torna o mundo a sua volta mais humano e solidário. Demonstra muito empenho sempre em busca pelo respeito à diversidade, justiça, desconstrução do preconceito e oportunidade igual para todos, ensinando valores como solidariedade, paciência e fraternidade. Nota-se a incansável dedicação às pessoas, preocupado em mobilizar mais parceiros e recursos e a satisfação com as conquistas do “outro”, compartilhando amor, conhecimento e tempo, fazendo de sua atuação a essência do voluntariado. Possui comprometimento e responsabilidade com as pessoas e com a causa da instituição, mas, principalmente, é um exemplo de humildade, perseverança e superação para pessoas com e sem deficiência. Com isso, as pessoas atendidas por ele demonstram interesse em retornar ao convívio social.

1-Thiago Ribeiro Santos, tetraplégico, traqueostomizado, com respirador. Possui muitas seqüelas físicas e deformidades. Vive a maior parte do tempo no leito e pouco vai para a cadeira de rodas, dificultando as atividades como: estudo, lazer e outros. Após o aprendizado do Motrix e o incentivo dado por Ricardo, pode contatar outras pessoas, trocar informações, melhorar seu vocabulário, aprender coisas novas e realizar o sonho de ser escritor. Atualmente, tem um livro editado e prepara mais dois ainda para o ano de 2009. Um universo que até então não vislumbrava! (depoimento do próprio);

2-Aline – tetraplégica com respirador, mora no CTI do Hospital Pedro Ernesto; com persistência, conseguiu instalar o programa e aos poucos já está conseguindo usá-lo (depoimento Profa. Lucia);

3-Luciana Novaes – tetraplégica com respirador; instalou e ensinou a usar o programa de voz e hoje cursa a faculdade (depoimento da própria);

4-Cristiane Fonseca, irmâ de Ligia Fonseca – tetraplégica com respirador; depois de usar o Micro-Fenix, está cursando a faculdade de Marketing (depoimento Cristiane).

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Voluntária: Sheila dos Santos

ONG: APPAI – Associação Beneficente dos Professores Públicos Ativos e Inativos do Estado

 

Sexo:  F

Idade: --   Escolaridade: Ensino Médio.

Tempo de Voluntariado: 6 anos

Carga Horária Média:   6 horas semanais

Local de Atuação  Instituição

Atividade Técnico em Higiene Dental.

 

Atributos do Voluntário: Afetuosidade, Alegria, Proatividade, Comprometimento.

Em relação à ação voluntária, a funcionária atua como coordenadora de voluntariado, motivando e incentivando os funcionários a fazerem parte desse quadro social. Agente multiplicadora, Sheila incentiva e ajuda na organização dos grupos no tocante às ações simultâneas, bem como consecutivas, direcionadas a diversos públicos, tais como: crianças, idosos, adolescentes e outros. Todas as ações são previamente organizadas e direcionadas por ela. Para as crianças, são propostos trabalhos lúdicos. As atividades são desenvolvidas em forma de recreação, teatro, aplicação de flúor, psicomotricidade, leitura, dança e lazer. Já, para os adolescentes, ela costuma trabalhar valores éticos e morais, orientação sexual através de palestras sobre DSTs, Saúde bucal, Leitura e muito mais. Para a turma da terceira idade, trabalho para elevar a auto-estima, saraus, poesias, música, artes plásticas e muito lazer.

A Voluntária é comprometida, espontânea e atua com muita alegria e seriedade. Por conta dessas características, ela consegue motivar e envolver boa parte dos funcionários nas ações e atividades voluntárias seja aqueles que ficam na ponta, no meio ou no final.

A Sheila, juntamente com um grupo de voluntários, foi realizar um trabalho de refloresta- mento, com plantação de Palmeira Imperial, em uma área localizada na Serra da Misericórdia. Após a realização da ação, os responsáveis pela manutenção do local homenagearam a Appai e, conseqüentemente, a equipe, batizando a Alameda com o nome da Associação. A partir daquela data, a área passou a chamar-se Alameda Appai. Tudo isso só foi possível graças, sobretudo, ao empenho e comprometimento da equipe, que tem se mostrado incansável no cumprimento das ações. A voluntária também atua como coordenadora do projeto Geração Saúde, na ONG Luz do Sol, desenvolvendo atividades voltadas para a sua formação profissional de THD. Por esse trabalho a Instituição recebeu recentemente o Selo Referência Nacional da UNICEF. 

 

Fonte: RIOVOLUNTARIO – RJ

 

 

Organização Social: CROPH

 

Em 1967 por solicitação do pároco da Igreja Candelária, d. Maria, passou a fazer parte do Centro Paroquial de Assistência Social. Como voluntária no Clube de Mães que atendia pessoas necessitadas de segunda a sexta-feira das 13 às 18 horas. Com grupos de artesanato, gestantes, cursos de interesse da população atendida e cursos informativos para voluntários visando sempre a qualidade dos serviços prestados. Uma vez por semana tinha Bazar da Pechincha onde eram vendidas roupas a preços simbólicos como forma educativa.

Em 1972 passa a fazer parte da diretoria do centro paroquial de assistência como conselheira e depois como secretária. Em 1978 assume o cargo de vice-presidente coordenando 30 voluntários em diversas atividades. Em 1980 CPA e CROPH fizeram uma pareceria para implantar o posto APPS (atendimento a população com problemas de subsistência) e a equipe do CPA nessa época participava das reuniões da CROPH, como entidade filiada obtendo assessoria técnica e jurídica. Em 1988 participa da constituição dos grupos da 3ª. Idade, no qual faz parte do conselho regional dos idosos da CROPH representando a região norte. Em 1998 ocupa o cargo de Diretora de eventos do conselho estadual do idoso e de 2000 a 2001 assume o cargo de presidente do conselho estadual do idoso onde organizou e implantou o conselho municipal do idoso e lançou a cartilha do idoso: “A cidadania do idoso na cidade de São Paulo”. Desde o ano de 2002 ate o momento é presidente da coordenação regional das obras de promoção humana – CROPH.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Projeto Âncora

 

Marta Azevedo Prestes Motta - Eu sou voluntária há mais de 10 anos, sendo que aqui no Projeto Ancora é meu terceiro ano de atividade. Sempre trabalhei com educação, e acho que este é o caminho para melhorar este mundo. Sou professora de musica e artes, no outro estabelecimento que trabalhei, me encontrei mais na música, mas aqui achei que o melhor caminho seria a culinária. Eles adoram a aula, é este canal que usamos para dar educação, valores, respeito aos outros e tudo isto com o lado lúdico que é a cozinha, e ainda mais podendo experimente o que fez. Fico muito feliz com o retorno que temos das próprias crianças.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Grupo Vida Barueri

 

Preparando para o mundo de fora - Ao chegar na “residência”, me deparo com Zé, com uma ficha de inscrição na mão e os olhos pedindo ajuda. Com humildade e insegurança me diz, como se fosse uma confissão, que queira se inscrever no concurso público de Barueri. Incentivado por mim e por toda a equipe da residência, começamos os estudos. Um pouco de matemática, um pouco de ortografia, interpretação de texto, organização do espaço, coordenação de idéias etc.. Foram muitas informações em um tempo demasiadamente curto. Mesmo assim, Zé se dedicou e não perdia as esperanças. O receio do fracasso foi substituído pela possibilidade de sucesso através de muitas conversas e descontrações. O grande dia chegou. O nervosismo da primeira vez prejudicou o raciocínio. Não foi bem na prova. Mas, ao ver o Zé, depois do resultado do teste ganhei um dos meus melhores presentes como voluntária, encontrei um homem consciente de que tinha valido a pena o esforço, consciente das suas limitações e principalmente consciente de que pode e deve melhorar seus estudos, porque é capaz. Entendeu que foi uma primeira experiência de futuros sucessos.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

Organização Social: Centro Social Brooklin Paulista

 

Uma experiência que tem sido muito interessante nos dois últimos anos, foi o aparecimento de uma voluntária de artes para os alunos de 15 a 18 anos. As aulas tem sido uma vez por semana, com 4 turmas durante duas horas cada. Até então nossos alunos faziam os cursos de corte costura e serigrafia, sem noção do uso de cores, de combinar os desenhos e através de diversas técnicas artísticas, começou também a ensiná-los a ter uma visão de beleza e felicidade. Nossa voluntária, não buscou por meio deste projeto transformar os alunos em artistas plásticos, mas formar pessoas na arte da vida com cor e luz. Pessoas que entendam que ser feliz depende da forma como encaramos e percebemos as pequenas conquistas, fazê-los entender que somos o que queremos e batalhamos par ser, que é necessário esforço, paixão e paciência, muita paciência e acima de tudo esperança e alegria de viver.

A surpresa ao descobrirem seus potenciais é o resultado mais importante o desafio e a superação é a mola mestra para o exercício da auto confiança para enfrentar uma empreitada tão diferente e fora de suas realidades cotidianas.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

Organização Social: Núcleo de Participação Local

 

Depoimento do Voluntário Fabrício Scaglioni – O jornal “O Informativo” desenvolve um trabalho muito importante para o centro de São Paulo. Abordar problemas e mostrar soluções faz parte do trabalho desenvolvido. A minha passagem pela Ação Local está sendo muito boa, como repórter do jornal eu tento contribuir para a melhoria da região central de São Paulo, e entendo que toda região necessita de uma organização como esta.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

Organização Social: Instituto Gabi

 

Depoimento da Voluntária – Chirlei Santos Ribeiro – A minha historia no Instituto Gabi é engraçada aos olhos de outras pessoas, pois quando eu falo que trabalho  numa instituição para crianças especiais, as pessoas logo perguntam se eu sou formada em pedagogia ou tenho magistério. Quando respondo que não, elas dizem: Então você consegue trabalhar com eles, logo respondo que trabalho e que faço o que faço somente por amor. Mas também sou orientada pela equipe de profissionais que compões um grande time. Aprendi que o ser humano só é feliz e satisfeito quando realmente faz o que gosta e, isto é o que motiva a continuar trilhando este caminho. Contemplar o sorriso nos rostinhos de cada criança por terem acertado uma simples letrinha, por serem carinhosos, carentes O momento que mais mexeu comigo , foi quando aqui entrei, fiquei com medo do que aconteceria, achei que nunca conseguiria ajudá-los foi então que percebi o quanto eles são guerreiros, vencedores. Olhei para mim e me senti fraca, frágil demais diante de tanta garra e otimismo, tanta vontade de viver. Compreendi enfim o significado de viver com pessoas felizes.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Associação de diabetes Juvenil – ADJ

 

Todo ano a Associação de Diabetes Juvenil – ADJ realiza o curso de Formação de Voluntários em Diabetes. Para fazer parte do voluntariado na ADJ inicialmente é preciso participar do curso, fazer o contato com as pessoas inscritas, enviar cartas, confirmar a presença, montar pastas e brindes, no dia do curso os voluntários da ADJ trabalham na recepção dos participantes, na montagem da sala no café, etc..

Após o curso formamos grupos que passam por um curso de capacitação (testes de glicemia), aprendizado sobre diabetes e vivencia sobre o trabalho realizado dentro da associação. Todos são instruídos a assistirem à palestra do Centro de Voluntariado de São Paulo.

A maior parte dos voluntários atua em atividades externas. Possuímos uma unidade móvel, que está presente em vários locais de São Paulo e interior com uma equipe multidisciplinar e de voluntários fazendo testes, orientação e levando educação em diabetes.

A presença do voluntário é crescimento, doação, integração e motivação para continuarmos o cumprimento de nossa missão.

 

Depoimento da Voluntária: Leila Aparecida de Barros Garrido de Paula - Participei do curso de voluntários da ADJ em agosto passado, fiz o curso de capacitação e a primeira campanha que participei foi na comunidade de Heliópolis, fazendo testes de glicemia. O dia foi benéfico já que a população de lá é em sua maioria carente. Gostei também de ter participado durante dois dias, como voluntária no ADJ móvel, atender o publico e ver a satisfação no olhar deles é muito gratificante. Em suma a grande lição que tive ao abraçar o voluntariado é que devemos estar aptos a doar um pouco do nosso tempo em prol dos nossos semelhantes. Fazendo assim, seremos pessoas realizadas e felizes com a vida.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

Organização Social: Estação Especial da LAPA

 

A Estação Especial da Lapa conta com um corpo de 50 voluntárias,.algumas sendo mães de usuários com necessidades especiais.

O trabalho desenvolvido pelos “anjos de rosa” (avental usado pelas mulheres e branco pelos homens) é maravilhoso, a dedicação e o empenho que tenho observado nestes 10 anos de coordenação tem sido para mim gratificante e de um aprendizado único. Grande parte de nossos colaboradores deixam de lado a própria saúde para atender os usuários. Dentro de nosso quadro de voluntários tem uma senhora de 83 anos, que é o exemplo de dedicação, amor e carrinho, são 8 anos que contamos com seu trabalho, ajudando os usuários sempre com um sorriso nos lábios e todos a conhecem ate os deficientes visuais.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Associação civil English for All

 

Depoimento do Voluntário - Faz quase dois anos que estou envolvida com o trabalho voluntário através da Ong English for All, sediada na cidade de São Paulo e que atende alunos carentes de 11 a 16 anos espalhados pela periferia.

 O objetivo da EFALL é fazer do ensino de inglês um instrumento de formação educacional e de inserção dessa população no meio social em que vivemos. Tenho atualmente 3 turmas em duas ongs diferentes e também trabalho como coordenadora dos demais professores, chamados de volunteachers desse projeto.

Durante todo esse tempo, tive inúmeras oportunidades para me emocionar, vi alunos que mal conseguiam soletrar, pronunciar palavras dantes nunca compreendidas, vi o brilho no olhar que faz do conhecimento esse motor propulsor que move a todos nós, fazendo buscar sempre o aprimoramento, vi a alegria no semblante de quem, cansado de repetir aquilo que não entendiam, brincar com o conhecimento que já lhe se tornara familiar e também vi o poder que faz da solidariedade o elemento essencial de uma sociedade melhor.

Espero poder continuar me dedicando, de corpo e alma, a esse meus alunos que tanto me ensinam sobre as artes da vida.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Abrasta – Associação Brasileira de Talassemia

 

Com o objetivo de amenizar o sofrimento dos pais que recebem o diagnóstico de seus filhos e necessitam de informação. Junto com toda equipe, colaboramos com médicos e profissionais da saúde, a transformar o tratamento de talassemia no Brasil em referência para o mundo.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP

 

 

Organização Social: Associação Cidade Escola Aprendiz

 

Trabalha com o conceito de bairro-escola, cria um amplo espaço educativo, estruturado por uma rede que une toda a comunidade, amplia as possibilidades de aprendizagem e melhora a qualidade de vida urbana.

O trabalho voluntário é parte integral do conceito de integração da comunidade e educação comunitária. Várias das atividades oferecidas às crianças que convivem em Vila Madalena só são possíveis graças ao trabalho voluntário de artistas e atletas. Essa relação sempre foi informal. Em 2006 a organização decidiu sistematizar e melhorar o relacionamento com seus voluntários. Após meses de diagnósticos e avaliações, o programa de voluntariado , foi lançado oficialmente em Novembro de 2006.

Hoje os voluntários assinam um termo de adesão e passam por um processo seletivo que envolve uma ficha de inscrição uma visita ao aprendiz e uma entrevista.

Estamos também nos associando aos programas de voluntariado de empresas parceiras para que estas possam estar presente no dia a dia de nossa organização.

 

Depoimento do Voluntário – Pedro Dayrell – Ser voluntário do projeto Cidade Escola Aprendiz é poder colaborar na educação de classes mais abastadas sobre a falta de solidariedade com as de menor possibilidade em nosso pais  É estar atento ao desenvolvimento natural e social de todo ser humano e uma oportunidade única e inesquecível para quem precisa. É participar de um movimento de educação total sem distinção para todos, que espero um dia seja nossa verdadeira realidade. É viver e ser um eterno aprendiz com relação anos mesmos.

 

Fonte: CVSP – Centro de Voluntariado de São Paulo - SP