6. COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS

BRASIL: O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento de HIV/AIDS na rede de saúde pública. Quase 200 mil pessoas recebem tratamento com antirretrovirais financiados pelo governo. A sólida parceria com a sociedade civil tem sido fundamental para a resposta à epidemia no país.

De acordo com o UNAIDS, a prevalência de HIV no Brasil é de 0,5%, com cerca de 600 mil pessoas infectadas.

 


Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e garantido o acesso universal ao tratamento. Deter a incidência da malária, da tuberculose e eliminar a hanseníase.


SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer visitas domiciliares para mostrar os locais que podem favorecer a dengue, principalmente no verão, época de epidemias de dengue.

Incentivar a população a participar das campanhas de vacinação.

Fazer campanhas de informação, mobilização e prevenção à Aids e de outras doenças epidêmicas.

Divulgar informações sobre todas as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), na comunidade. Orientar sobre sintomas e busca de tratamento médico.

Fazer levantamento sobre os serviços disponíveis – remédios, postos de saúde, centros de atendimento.

Cuidar de nossa higiene, e incentivar e orientar que outros façam o mesmo.

Usar preservativo, exigir sangue testado e não compartilhar seringas e agulhas, prevenindo-se do HIV.

Procurar um posto de saúde ao identificar manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, dormentes na pele. Hanseníase tem cura.

Doar sangue periodicamente aos hemocentros e estimular que outras pessoas o façam.

Não deixar acumular água em plantas, vasos, calhas, pneus, vidros e outros recipientes, evitando que surjam focos do mosquito transmissor da dengue em casa, na rua, no bairro.

Encaminhar as pessoas com febre e tosse persistentes ao serviço de saúde, além de orientar os portadores de tuberculose para que façam o tratamento completo – mesmo que não apresentem mais os sintomas da doença.

Sensibilizar familiares e amigos a não estimularem o consumo de bebida alcoólica por crianças e adolescentes, contribuindo para prevenir o alcoolismo e suas conseqüências.

Identificar, na família e na comunidade, pessoas que fazem uso abusivo de álcool, encaminhando-as aos serviços de saúde para tratamento médico e apoio psicossocial.

Incentivar o debate entre a universidade, as escolas e a comunidade para atingir mais amplamente esse objetivo.